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Os Smurfs

Surpreendente. Essa foi a impressão que ficou quando terminei de assistir o filme sobre as criaturinhas azuis. A princípio parecia mais um filme bobinho e infantil. Que nada! Me diverti pacas com as trapalhadas do Desastrado e as tentativas do Gargamel e Cruel de capturar os Smurfs. A aventura se passa em Nova Iorque, quando o Desastrado (sempre ele) vai parar dentro de uma espécie de portal depois de atrair Gargamel para a vila dos Smurfs. As outras criaturinhas azuis, como Papai Smurf e Smurfete, acabam sendo sugadas pelo portal e vão parar em Nova Iorque também. Gargamel e seu fiel gato Cruel os seguem. A aventura se resume aos Smurfs encontrar um modo de voltar para casa. Para isso eles contam com a ajuda de dois humanos, que acabam recebendo uma grande lição de vida ao conviver com Papai Smurf e companhia. Não fiquem com vergonha de ir ao cinema para ver esse filme. Caso isso ocorra, disfarce e leve seu filho, sobrinho ou irmãozinho junto com você. O importante é não deixar de assistí-lo. Garanto que você vai sair do cinema com dores nas bochechas de tanto rir, sem contar que passará a semana toda cantando a musiquinha Smurf. Lá, lá, lá, lá, lá, lá... Nota do filme: 8,5
Escrito por ms.quintanilha às 17h20
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A neutralidade da imprensa esportiva

As vezes eu fico me perguntando se a imprensa realmente é neutra, como deveria ser. Digo isso especificamente sobre a imprensa esportiva brasileira. Não quero generalizar aqui, longe disso, mas tenho reparado que certas imprensas favorecem mais alguns clubes de futebol do que outros. Lembro-me bem quando o meu time estava disputando a Libertadores da América em 2008. Toda aquela empolgação no Rio de Janeiro pelo tricolor das Laranjeiras, o único clube brasileiro com chances de se sagrar campeão das américas, com um campanha exemplar até a final. Até a final. Bastou um pequeno vacilo na primeira partida da grande final para a imprensa carioca esquecer que era um clube brasileiro, um clube carioca que disputava a grande final. Em todas as capas dos jornais no dia seguinte a derrota, lia-se manchetes denegrindo a imagem do meu time. Como se tívessemos uma grande colônia equatoriana aqui no nosso munícipio. Cadê as mensagens de apoio, como por exemplo "vamos virar!" ou então "Ainda temos mais um jogo, nem tudo esta perdido!". Mas não, o que eu vi foi do nível de "Adeus Libertadores", "LDU: Liga dos Urubus fazem a festa". Depois desse pequeno "incidente" ou esse pequeno "vacilo", eu comecei a desconfiar da neutralidade da imprensa. Vou citar agora um caso mais recente. Esse ano um certo clube carioca com ascendência portuguesa foi campeão da Copa do Brasil. Houve, de fato, muita festa pelo Rio de Janeiro. A impressa local fez uma mega festa e honraram por um momento a neutralidade. Mas, passado toda a comemoração, tudo voltou ao normal, isto quer dizer, esse time voltou ao seu "anonimato", mesmo fazendo uma excelente campanha no campeonato brasileiro. Aliás, outro clube Carioca faz uma excelente campanha no Brasileirão, mas vem tendo pouco destaque pelos jornais, rádios e tvs locais. Meu clube, infelizmente, vai muito mal das pernas. Mas ele mesmo assimnão foi esquecido! Todos os dias surgem novas notícias sobre a crise que ronda o Tricolor das Laranjeiras. É bom saber que não fomos esquecidos e ainda temos um destaque nas manchetes dos jornais locais. Diferentemente de todos esses outros times, um certo clube vermelinho e pretinho vem ganhando muito destaque nos últimos meses. Com razão, posso lhes garantir, mas é de se estranhar a forma como isso nos é passado pela imprensa. Campanhas querendo levar seu principal jogador para o seleção brasileira, transmissão de praticamente todos os seus jogos fora de casa, elogios descarados em programas de mesa redonda são alguns dos exemplos da "neutralidade" da imprensa esportiva. Até eu, por algum momento, cheguei a pensar que esse clube é o maior e o melhor do Brasil. Opa, desculpem-me. A imprensa é neutra. Se ela diz isso tudo sobre os rubro-negros, pode acreditar de olhos fechados que é verdade.
Escrito por ms.quintanilha às 17h12
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Capitão América: o primeiro vingador

Confesso a vocês que eu esperava mais do filme do Capitão América: o primeiro vingador. Esperava mais por ser um super herói que eu gosto muito. Talvez o melhor da Marvel, já que o meu favorito mesmo é o Spawn de uma editora rival, mas isso não vem ao caso agora. Fiquei decepcionado com o desenvolvimento do filme que, na minha opinião, foi corrido demais. O diretor poderia ter dado mais atenção para isso e deixado o filme com mais alguns minutos de duração. Aliás, filme corrido como tantos outros que tenho assistido. Principalmente os filmes que são baseados em livros como Harry Potter. A aventura se passa durante a Segunda Guerra Mundial, quando o vilão nazista Caveira Vermelha decide criar uma legião de super soldados. Os aliados decidem então, com um pouco mais de tecnologia, criar seu próprio super soldado. O voluntário para o experimento é o baixinho, magricela e corajoso Steve Rogers que, logo nas primeiras aplicações do soro do super-soldado, já aparece mais alto e forte. A impressão que ficou foi que esse filme só foi mesmo filmado para fechar a saga dos Vingadores, já que precisavam contar a saga do surgimento do nosso herói Capitão América. Ficamos no aguardo para o filme dos Vingadores que deve estrear nos cinemas somente em 2012. Nota do filme: 6,0
Escrito por ms.quintanilha às 17h16
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